29/09/2015

  • // Por: Paula Alzugaray

Compartilhe:

Imprimir:

Dez passos para mudar o mundo

John Hawkins, mentor da Economia Criativa, lista as dez principais tendências de transformação das sociedades contemporâneas 


Em fórum, o consultor britânico John Hawkins explicou porque a propriedade intelectual é a moeda da nova economia
Em fórum, o consultor britânico John Hawkins explicou porque a propriedade intelectual é a moeda da nova economia

Em fórum no Centro Universitário Belas Artes, o consultor britânico John Hawkins, autor dos livros The Creative Economy (2001) e Creative Ecologies: Where Thinking is a Proper Job” (2014), explicou porque a propriedade intelectual é a moeda da nova economia e listou as dez principais tendências de transformação da vida e do trabalho.

1. A Economia Criativa é a (primeira?) economia baseada em pessoas, não na terra, no capital ou no trabalho;

2. O próximo estágio da globalização será impulsionado por curiosidade pessoal, não vendas;

3. O futuro é baseado nas cidades, não em países. Cidades do mundo tornam-se mais diversificadas, mais competitivas;

4. Tchau hierarquias, olá ecologias. Os governos perdem a liderança para as ecologias urbanas;

5. No curto prazo, governos serão seguidores, não líderes;

6. O meu trabalho é para mim, meu emprego é para outro. Gerenciar o próprio trabalho se torna mais importante;

7. Vamos compartilhar (ou não?). A escolha de trabalho depende de outras pessoas, e de onde podemos aprender mais rápido (clusters, incubadoras);

8. As pessoas não podem vender ideias sem fechar um negócio, por isso um conhecimento de direito dos contratos é fundamental;

9. A nuvem é invisível, corporativa e inflexível, de modo que cada vez mais queremos o pessoal, o artesanal, o texturizado, o local;

10. Qualidades pessoais (confiança) ganham da riqueza.
 


Avalie esta notícia:  starstarstarstarstar

Compartilhe:

Imprimir:

Deixe um comentário

(O comentário não pode exceder 500 caracteres)

Paula Alzugaray
Paula Alzugaray é curadora independente, doutora em Comunicação e Semiótica pela PUC-SP e diretora da revista seLecT