Um dos grandes investimentos do ano passado será reeditado a partir desta segunda-feira. Trata-se do PIBB, sigla para Papéis Índice Brasil Bovespa, formado pelas ações das 50 companhias mais negociadas na Bolsa de Valores de São Paulo, que serão vendidas pelo BNDES. Lançada em julho do ano passado, a aplicação tem como principal atrativo uma espécie de seguro contra perdas. Funciona assim: caso os papéis se desvalorizem no primeiro ano, o BNDES se compromete a recomprar as ações do investidor. A boa notícia é que, desta vez, o limite do valor da recompra foi aumentado de R$ 25 mil para R$ 50 mil.

A expectativa do sucesso do PIBB2 é tanta que o banco estatal vai ofertar R$ 1 bilhão em ações, mais que os R$ 600 milhões vendidos no ano passado, quando houve uma grande procura. Um dos principais atrativos é a rentabilidade acumulada no período. Desde o lançamento, os ganhos do PIBB superam, com folga, o Ibovespa, a poupança e o fraco dólar

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. Como na primeira edição, a prioridade do BNDES é atrair o pequeno investidor, para o qual foi reservado R$ 800 milhões. Há, basicamente, duas formas de aplicar. A primeira é a compra direta das cotas do PIBB2, via corretoras de valores, com investimento mínimo de R$ 1.000. A segunda é por meio de fundos ou clubes de investimento. Nesse caso, a aplicação mínima é R$ 300. Para quem abrir mão da garantia de revenda das ações em caso de desvalorização, o limite máximo de investimento sobe para R$ 500 mil. A oferta das ações é coordenada pelo Santander e pelo Itaú BBA, mas outros bancos também participam das vendas, como Banco do Brasil, Bradesco, Real ABN Amro, HSBC, Caixa Econômica Federal, Unibanco, Safra, BankBoston, Citigroup e a corretora Ágora Senior.