Os contratos futuros do alumínio fecharam em alta nesta terça-feira na London Metal Exchange (LME), diante do otimismo do mercado e especulação de que a China possa implementar novas medidas de afrouxamento monetário.

O contrato de alumínio para três meses na LME fechou com avanço de 2%, a US$ 1.873 a tonelada, depois de ter atingido a maior alta em três meses, em US$ 1.874.

No mesmo sentido, o preço do cobre encerrou em alta de 0,9%, cotado a US$ 6.118. Ambos os metais foram influenciados pela expectativa de que a China irá anunciar novas medidas de afrouxamento monetário para conter o arrefecimento da economia.

Foi divulgado hoje que o Banco do Povo da China (PBoC, o BC chinês) planeja lançar uma versão própria de programas inovadores de facilitação de crédito adotados em países desenvolvidos, segundo fontes com conhecimento do assunto, uma vez que o plano principal de Pequim de reestruturar trilhões de dólares em dívidas de governos locais enfrenta dificuldades.

Além disso, o vice-presidente do PBoC, Yi Gang, disse que a instituição tem muito espaço adicional para continuar cortando as taxas de compulsório, se necessário, segundo o jornal China Business News.

Por outro lado, os futuros do níquel fecharam em queda de 0,8%, a US$ 13.445, em meio a relatos de que uma greve em mina da BHP Billinton provavelmente terminará logo, o que resultaria em um excesso maior da oferta do metal.

“A greve na mina de Cerro Matoso na Colômbia poderá em breve chegar a um fim, o que significa que mais material deve chegar ao mercado global de níquel”, disse o Commerzbank.

Um porta-voz da BHP Billiton reiterou que “a empresa vai continuar a busca por uma solução para esta questão”.

Os outros metais na LME também fecharam em baixa. O zinco recuou 0,2%, para US$ 2.295 a tonelada, enquanto que o chumbo caiu 1,0%, a US$ 2.079 a tonelada. No mesmo sentido, o estanho recuou 2,2%, cotado a US$ 15.900 a tonelada. Fonte: Dow Jones Newswires.