Cielo e Banco do Brasil informam que estão praticamente cumpridos os passos para aprovação da joint venture na área de cartões. Além da aprovação definitiva pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), transcorrido o prazo de 15 dias da publicação da Superintendência Geral do conselho, o negócio recebeu autorização também do Banco Central quanto à contabilização de ativos.

O BC, em ofício ontem (15), após ter analisado novas informações prestadas pelo BB, autorizou o reconhecimento dos ativos intangíveis originados da parceria e, consequentemente, dos efeitos no patrimônio contábil e/ou no capital prudencial do banco decorrentes da transferência para a nova companhia. Assim, como explica o BB em fato relevante divulgado há pouco, fica ratificada a estimativa do impacto financeiro de R$ 3,2 bilhões no lucro líquido do Banco do Brasil.

Tendo a autorização do BC e passado o prazo de aprovação pelo Cade sem a interposição de recursos, para a efetivação do negócio entre Cielo e BB que cria uma nova companhia no segmento de meios eletrônicos de pagamentos o que resta é o cumprimento de condições contratuais precedentes.