A Sol, marca de cerveja pertencente ao Grupo Heineken, passará por uma reformulação completa em seus produtos, tornando-se uma cervejaria totalmente sem glúten a partir de outubro. Essa movimentação estratégica visa expandir a participação da marca no mercado brasileiro, e vem acompanhada por um rebranding e uma nova campanha de marketing.

Com o novo posicionamento, a Sol pretende alcançar cerca de 2 milhões de brasileiros alérgicos ou intolerantes a glúten, conforme pesquisa da Federação Nacional das Associações de Celíacos do Brasil (Fenacelbra). Relatórios da Global Growth Insights indicam que a procura por cervejas sem glúten no país cresceu 20% nos últimos quatro anos.

“A nova versão sem glúten permite que a marca seja mais inclusiva, atendendo a uma demanda crescente por diversidade de opções no mercado”, explica Renan Ciccone, diretor de marketing de premium brands do Grupo Heineken. “Deste modo, reforça-se também o posicionamento da Sol como uma cerveja moderna, leve e alinhada com os novos hábitos de consumo, sem renunciar à qualidade e ao sabor.”

A marca informou que os produtos com glúten permanecerão no mercado até o esgotamento dos estoques.

Presente no Brasil desde 2006, a Sol tem mirado um público cada vez mais preocupado com a saúde. Além da futura versão sem glúten, o portfólio da marca já inclui uma versão sem álcool, enriquecida com vitaminas B6, B9 e D2.

Marca busca crescimento a curto prazo

Paralelamente ao novo portfólio de cerveja, a Sol anunciou um rebranding que contempla novos rótulos e o lançamento de uma versão em lata de 350ml. Esta nova embalagem será introduzida inicialmente em Santa Catarina (SC) e Paraná (PR), chegando aos demais mercados em 2026.

As novidades serão produzidas nas fábricas de Itu (SP), Igarassu (PE) e Ponta Grossa (PR). Esse movimento integra o plano de diversificação do portfólio do conglomerado e de avanço da marca no mercado nacional.

“A expectativa é que esse novo momento da marca gere um impacto positivo na demanda, tanto em sell-in (varejistas) quanto em sell-out (consumidor final), contribuindo diretamente para o crescimento de receita e o aumento da distribuição em todas as regiões brasileiras a curto prazo”, conclui Ciccone.