22/06/2013 - 2:39
“O desenvolvimento econômico do Brasil fez surgir uma classe média, algo que não existia em 1973, quando fiz minha primeira visita ao País. E são essas pessoas que deverão liderar o debate sobre a sustentabilidade e o meio ambiente”. Essa é a opinião de Robert Kennedy Jr., ativista ambiental americano, professor de direito na Pace University School of Law e presidente da ONG Waterkeeper Alliance. “Espero que essa classe média também seja ativa na luta pela participação política.
Com relação ao Brasil, a prioridade de Kennedy Jr., é trabalhar pela implantação da Waterkeeper Alliance por aqui. Hoje, sua ONG dispõe de 17 parcerias nos Estados Unidos, 11 na China, 7 na Rússia e 29 na América Latina. “O Brasil é nossa prioridade. Mas como atuamos como uma ONG de base e focada em parcerias, atuamos a partir da demanda das organizações locais.”
O principal trabalho da Waterkeeper é proteger rios e lagoas da poluição. “Nos EUA, existem cerca de 200 rios e lagoas vulneráveis aos efeitos da poluição provocada por empresas petrolíferas”, afirma. “Nosso trabalho é atuar e defesa da legislação e denunciar os poluídores.”
Para Kennedy Jr., o turismo é uma atividade que deve ser entendida dentro de um contexto mais amplo, especialmente se envolve áreas de proteção ambiental. “O turismo é uma ameaça, mas também pode ser visto como um ativo importante para o desenvolvimento de ecossistemas sensíveis.” Para ele, o primeiro passo para que essa operação gere resultados é conscientizar a população. “Caso contrário, as riquezas locais serão apropriadas por pessoas de fora que levarão os ativos e os lucros.”. O ambientalista americano destaca que muitas vezes pode ser interessante sacrificar um pouco da sustentabilidade em nome de ganhos maiores. “As medidas neste sentido precisam ser feitas a partir de legislações ambientais fortes.”
“O desenvolvimento econômico do Brasil fez surgir uma classe média, algo que não existia em 1973, quando fiz minha primeira visita ao País. E são essas pessoas que deverão liderar o debate sobre a sustentabilidade e o meio ambiente”. Essa é a opinião de Robert Kennedy Jr., ativista ambiental americano, professor de direito na Pace University School of Law e presidente da ONG Waterkeeper Alliance. “Espero que essa classe média também seja ativa na luta pela participação política.
Com relação ao Brasil, a prioridade de Kennedy Jr., é trabalhar pela implantação da Waterkeeper Alliance por aqui. Hoje, sua ONG dispõe de 17 parcerias nos Estados Unidos, 11 na China, 7 na Rússia e 29 na América Latina. “O Brasil é nossa prioridade. Mas como atuamos como uma ONG de base e focada em parcerias, atuamos a partir da demanda das organizações locais.”
O principal trabalho da Waterkeeper é proteger rios e lagoas da poluição. “Nos EUA, existem cerca de 200 rios e lagoas vulneráveis aos efeitos da poluição provocada por empresas petrolíferas”, afirma. “Nosso trabalho é atuar e defesa da legislação e denunciar os poluídores.”
Para Kennedy Jr., o turismo é uma atividade que deve ser entendida dentro de um contexto mais amplo, especialmente se envolve áreas de proteção ambiental. “O turismo é uma ameaça, mas também pode ser visto como um ativo importante para o desenvolvimento de ecossistemas sensíveis.” Para ele, o primeiro passo para que essa operação gere resultados é conscientizar a população. “Caso contrário, as riquezas locais serão apropriadas por pessoas de fora que levarão os ativos e os lucros.”. O ambientalista americano destaca que muitas vezes pode ser interessante sacrificar um pouco da sustentabilidade em nome de ganhos maiores. “As medidas neste sentido precisam ser feitas a partir de legislações ambientais fortes.”
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