Os futuros de cobre operam em baixa, influenciados por uma queda nos preços do petróleo.

Por volta das 7h45 (de Brasília), o cobre para três meses negociado na London Metal Exchange (LME) recuava 0,3%, a US$ 4.649,00 por tonelada.

Já na Comex, a divisão de metais da bolsa mercantil de Nova York (Nymex), o cobre para dezembro estava em US$ 2,1000 por libra-peso às 8h09 (de Brasília), inalterado ante o fim da sessão de ontem, depois de mostrar tendência de baixa mais cedo.

Segundo a corretora Marex Spectron, o cobre e outros metais estão se movendo em linha com o petróleo, que nesta manhã apaga parte dos ganhos da sessão anterior, quando saltou mais de 4% em reação a uma expressiva queda nos estoques dos EUA.

O cobre frequentemente acompanha as oscilações do petróleo, uma vez que muitos investidores compram e vendem amplas cestas ou índices de commodities. De modo geral, o petróleo responde por boa parte dessas cestas.

Entre outros metais básicos na LME, a tendência era majoritariamente negativa: o zinco caía 0,5%, a US$ 2.302,00 por tonelada, enquanto o chumbo diminuía 0,8%, a US$ 1.906,50 por tonelada, o estanho cedia 0,2%, a US$ 19.510,00 por tonelada, e o alumínio se mantinha estável, a US$ 1.593,00 por tonelada.

O níquel destoava no mercado inglês e avançava 0,6%, a US$ 10.355,00 por tonelada, sugerindo que poderá encerrar a semana com valorização de 2,8%.

Analistas do Commerzbank preveem que as Filipinas deverão fechar mais minas de níquel na próxima semana. O país asiático, que é o maior exportador mundial do metal, já suspendeu as operações de várias minas por violação de regras ambientais. Fonte: Dow Jones Newswires.