01/07/2015 - 9:38
Os contratos futuros do cobre operam sem direção única nesta quarta-feira, pressionados por dados fracos para a atividade industrial da China e preocupações com a Grécia.
Ontem à noite, a China publicou o índice de gerentes de compras (PMI, na sigla em inglês) industrial, que se manteve em 50,2 em junho, abaixo da previsão dos analistas consultados pela Dow Jones, de 50,4. A medição do HSBC para o mesmo índice avançou a 49,4 em junho, mas ainda abaixo de 50,0. A China é o maior consumidor mundial de cobre.
Além disso, os investidores estão preocupados com a crise da dívida grega, após o país ter dado o calote no Fundo Monetário Internacional (FMI) ao não pagar uma dívida de quase 1,6 bilhão de euros que venceu ontem. No domingo, a Grécia realiza um plebiscito para perguntar à população se ela concorda ou não com as propostas dos credores.
Às 9h30 (de Brasília), o cobre para setembro caía 0,31%, a US$ 2,6070 por libra-peso, na Comex. Na London Metal Exchange (LME), por volta das 8h (de Brasília), o cobre para três meses avançava 0,1%, a US$ 5.768 por tonelada, recuperando parte das perdas de ontem, mas com ganhos limitados pelos dados da China e pela Grécia.
Entre os demais metais negociados na LME, o alumínio subia 0,7%, a US$ 1.703,00 por tonelada; o zinco avançava 0,8%, a US$ 2.015,50 por tonelada; o níquel ganhava 0,6%, a US$ 12.055,00 por tonelada; e o chumbo subia 0,4%, a US$ 1.767,50 por tonelada. Fonte: Dow Jones Newswires.