28/09/2018 - 7:00
O cobre opera perto da estabilidade, sem muito fôlego, mas estabilizando-se após perdas recentes provocadas por uma série de fatores macroeconômicos.
Às 6h45 (de Brasília), o cobre para três meses subia 0,27%, a US$ 6.196,50 a tonelada, na London Metal Exchange (LME). Às 6h59, o cobre para dezembro recuava 0,04%, a US$ 2,7820 a onça-troy, na Comex, divisão de metais da New York Mercantile Exchange (Nymex).
O metal foi pressionado nesta semana pelas tensões no comércio global, por ações de bancos centrais e preocupações sobre o fôlego da economia chinesa. Nos últimos meses, investidores têm dado atenção a fatores como o dólar mais forte e as tensões entre China e Estados Unidos. Por outro lado, há alguns fatores de otimismo no próprio mercado de cobre, diante da redução de estoques nas últimas semanas, aponta o analista Geordie Wilkes, da Sucden Financial Research.
Ainda no setor, Freeport McMoRan, Rio Tinto e o governo indonésio finalizaram um acordo de US$ 3,85 bilhões para transferir a mina Grasberg – a maior do mundo em ouro e a segunda maior em cobre – para autoridades da Indonésia.
Entre outros metais básicos negociados na LME, o zinco subia 0,85%, a US$ 2.536,50 a tonelada, o alumínio recuava 0,22%, a US$ 2.020,50 a tonelada, o estanho tinha ganho de 0,03%, a US$ 18.890 a tonelada, o níquel subia 1,12%, a US$ 12.690 a tonelada, e o chumbo avançava 0,72%, a US$ 2.017,50 a tonelada. Fonte: Dow Jones Newswires.