Os preços do cobre operam em queda nesta segunda-feira, após subirem com força na última semana, em meio ao desaparecimento das esperanças de mais estímulos econômicos na China.

Por volta das 7h50 (de Brasília), o cobre para três meses negociado na London Metal Exchange (LME) caía 0,6%, a US$ 4.892,00 por tonelada. Na Comex, a divisão de metais da bolsa mercantil de Nova York (Nymex), o cobre para setembro recuava 1,19%, a US$ 2,2070 por libra-peso, às 8h25 (de Brasília).

A reação aos dados econômicos divulgados na China na sexta-feira foi mista, uma vez que o surpreendente resultado da produção industrial minou as esperanças de mais estímulos. A China é o maior consumidor mundial de cobre. A produção industrial da China subiu 6,2% em junho na comparação com o mesmo período do ano passado, acelerando ante o crescimento de 6,0% em maio, de acordo com dados do Escritório Nacional de Estatísticas.

“Os metais têm predominantemente encontrado apoio nas especulações sobre medidas monetárias na China nos últimos tempos”, disse o Commerzbank. O cobre recuava apesar de um dólar mais fraco, que normalmente favorece o metal.

Entre os outros metais na LME, o alumínio caía 0,6%, a US$ 1.659,50 a tonelada, o zinco avançava 0,4%, a US$ 2.214 a tonelada, o níquel registrava acréscimo de 0,2%, a US$ 10.295 a tonelada, o chumbo tinha ganho de 0,2%, a US$ 1.870 a tonelada e o estanho recuava 0,6%, a US$ 17.890 a tonelada. Fonte: Dow Jones Newswires