Os futuros de cobre operam em alta em Londres e Nova York nesta manhã, sustentados por dados positivos de crédito da China e pela desvalorização do dólar ante algumas moedas principais, como o euro e o iene.

Em janeiro, os novos empréstimos emitidos pelo setor bancário chinês atingiram o recorde de 2,51 trilhões de yuans (US$ 385,5 bilhões). O indicador deu ânimo às ações na China e a Bolsa de Xangai encerrou o pregão desta terça-feira em alta de 3,3%.

Isso “provavelmente se deveu ao relaxamento da política monetária (chinesa)”, comentou Daniel Briesemann, analista de commodities do Commerzbank.

A China é o maior consumidor mundial de cobre e de outros metais básicos.

Por volta das 9h40 (de Brasília), o cobre para três meses negociado na London Metal Exchange (LME) tinha alta marginal de 0,02%, a US$ 4.563,00 por tonelada. Na Comex, a divisão de metais da bolsa mercantil de Nova York (Nymex), o cobre para março operava com mais vigor e subia 1,65%, a US$ 2,0625 por libra-peso, às 9h52 (de Brasília). Com informações da Dow Jones Newswires.