O Tribunal Europeu de Direitos Humanos condenou nesta quinta-feira a Irlanda por ter proibido que uma paciente de câncer realizasse um aborto.

Ela desejava interromper a gravidez por temer que as bruscas mudanças metabólicas provocassem uma reincidência da doença.

Em seu veredicto final, a corte determinou o pagamento de 15.000 euros à mulher, que entrou com um processo contra o governo irlandês alegando que seu direito à privacidade e sua vida familiar haviam sido violados pela proibição.

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