O presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), Marco Polo del Nero, afirmou nesta sexta-feira que não sabia de nada sobre os subornos pagos a José Maria Marin, detido na Suíça com suspeitas de corrupção, e deixou claro que não vai renunciar ao cargo.

“É impossível renunciar. Não vou renunciar porque não tenho nada a ver” com o escândalo, afirmou o dirigente numa entrevista coletiva realizada na sede da CBF, no Rio de Janeiro.

Del Nero estava na Suíça no momento da prisão de Marin, ex-presidente da entidade, mas retornou ao Brasil na madrugada desta sexta-feira.

A coletiva aconteceu justamente no momento da votação para eleger o presidente da Fifa, em Zurique.

Del Nero não tem direito de votar por ser membro do comitê executivo da Fifa. Quem votou para o Brasil foi Mauro Carmelio, presidente da federação cearense de futebol.