A queda do dólar limita o avanço dos juros futuros, que reage em alta às derrotas sofridas pelo governo na Câmara, uma delas a aprovação de uma emenda que flexibiliza o fator previdenciário e que está na Medida Provisória 664, cujo texto-base passou nesta quarta-feira, 13, na Casa. As taxas futuras são ainda pressionadas pelo leilão de LTN e NTN-F que o Tesouro realiza nesta quinta-feira, 14, deixando em segundo plano as vendas do comércio varejista no Brasil.

Às 9h31, o DI para janeiro de 2016 exibia taxa de 13,82%, a mesma do ajuste de ontem. O DI para janeiro de 2017 estava em 13,55%, de 13,53% no ajuste de ontem. O DI para janeiro de 2021 tinha taxa de 12,79%, de 12,75% no ajuste de ontem.

O dólar à vista no balcão caía 0,53%, a R$ 3,0230. O dólar para junho perdia 0,65%, a R$ 3,0375.

As vendas no varejo restrito caíram 0,9% em março ante fevereiro, dentro do intervalo das estimativas (-1,80% a +0,30%), mas mais que a mediana das previsões (-0,40%). Na comparação com março de 2014, as vendas do varejo subiram 0,4% em março, dentro das previsões (-1,00% a +2,80%), mas também abaixo da mediana (+1,35%).

No primeiro trimestre, as vendas do varejo restrito acumularam queda de 0,8% em relação a igual período de 2014, dentro das previsões (-1,20% a +1,71%). A mediana, neste caso, era de -0,30%. Já na comparação com o quarto trimestre de 2014, as vendas do varejo restrito tiveram recuo de 1,7% no primeiro trimestre deste ano. Nesta comparação, as projeções eram de quedas de 0,70% a 2,00%, com mediana negativa de 1,20%.