O dólar chegou ao maior patamar em quase 12 anos ante o euro nesta quarta-feira, 11, influenciado pelo aumento das expectativas de que o Federal Reserve (Fed, o banco central dos Estados Unidos) irá começar e elevar os juros no meio deste ano.

O movimento de hoje também foi influenciado por alguns indicadores negativos em outras regiões, como a queda da produção industrial no Reino Unido e dos pedidos de cmáquinas no Japão.

No entanto, o maior foco dos interesses continua a ser a próxima reunião do Fed, que acontece na semana que vem.

“Se a política monetária dos EUA indicar uma elevação dos juros em junho, ela irá dar suporte para o fortalecimento da moeda norte-americana”, disse Eric Viloria, estrategista de câmbio da Wells Fargo Securities.

Os fundos Fed-futures, utilizados para apostar sobre a política monetária do Fed, mostram que investidores veem uma probabilidade de 41% de que a elevação dos juros comece em julho, de acordo com dados do CME Group. Na semana passada, esse número era de 37%.

No fim de tarde em Nova York, o dólar era negociado a 121,43 ienes, de 121,13 ienes ontem. O euro valia US$ 1,0548, de US$ 1,0698 ontem. Frente à moeda japonesa, o euro estava cotado a 128,08 ienes, de 129,56 ontem, e diante da libra, valia 0,7065, de 0,7098 ontem. O franco suíço estava cotado a 1,0092 por dólar, de 0,9993 por dólar ontem, e a 1,0647 por euro, de 1,0693 por euro ontem. A libra estava cotada a US$ 1,4927, de US$ 1,5067 ontem. O dólar australiano estava cotado a US$ 0,7593, de US$ 0,7623 ontem. O rublo estava cotado a 61,676 por dólar, de 62,193 por dólar ontem. O dólar canadense estava cotado a 1,2742 por dólar, de 1,2687 por dólar ontem. Fonte: Dow Jones Newswires.