O dólar à vista opera em alta nesta sexta-feira (11) ante o real, enquanto investidores reagem à deflação de 0,32% do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) em agosto de 2026. A expectativa do mercado também se volta para a divulgação de dados de inflação nos Estados Unidos, que podem influenciar as próximas decisões do Federal Reserve.

O que aconteceu

  • O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) registrou deflação de 0,32% em agosto de 2026.
  • O dólar à vista opera com alta ante o real, com investidores atentos aos dados de inflação no Brasil e EUA.
  • Mercados aguardam índice de preços ao consumidor dos EUA e nova pesquisa Datafolha sobre a eleição presidencial.

Conforme os dados divulgados, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) marcou uma deflação de 0,32% em agosto de 2026. Na comparação anual, o índice apresentou alta de 4,22%. As projeções de uma pesquisa da Reuters apontavam para uma deflação de 0,29% no mês e um aumento de 4,27% em 12 meses.

Qual foi a cotação do dólar hoje?

Às 9h11, o dólar à vista registrava alta de 0,15%, sendo negociado a R$ 5,111 na venda. O dólar futuro para outubro, que é o mais transacionado no mercado brasileiro atualmente, subia 0,02% na B3, atingindo R$ 5,128.

O dólar comercial apresenta cotações de R$ 5,102 para compra e R$ 5,103 para venda.

Mercado aguarda dados e desdobramentos políticos

Os mercados financeiros permanecem em expectativa pela divulgação do índice de preços ao consumidor dos EUA, prevista para às 9h30 (horário de Brasília). Este é considerado um dos últimos indicadores cruciais antes da reunião do Federal Reserve, agendada para a próxima semana. A expectativa é de que os preços ao consumidor tenham acelerado em agosto, impulsionados pelo aumento do custo da gasolina.

Outro evento aguardado para esta sexta-feira é a publicação de uma nova pesquisa Datafolha, que trará dados sobre a eleição presidencial de outubro.

No Supremo Tribunal Federal (STF), o ministro André Mendonça determinou a derrubada do sigilo dos inquéritos referentes ao caso Master. A decisão atende a um pedido do presidente do tribunal, Edson Fachin, abrindo o acesso público às informações. Este movimento ocorre poucos dias antes da sessão plenária que debaterá a controvérsia em torno do relatório da Polícia Federal, que contém registros de conversas entre o ministro Alexandre de Moraes e Daniel Vorcaro.

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