26/03/2026 - 17:42
As preocupações com os efeitos econômicos da guerra no Oriente Médio voltaram a impulsionar o dólar ao redor do mundo nesta quinta-feira, 26, com a moeda terminando a sessão no Brasil acima dos R$ 5,25, mesmo após o Banco Central ter injetado US$ 1 bilhão no mercado. Já o Ibovespa fechou em queda de 1,45%.
O dólar à vista fechou com alta de 0,70%, aos R$ 5,2574. No ano, a divisa passou a acumular baixa de 4,22%.
Às 17h06, o dólar futuro para abril — o mais líquido no mercado brasileiro – subia 0,57% na B3, aos R$ 5,2625.
Ibovespa
O sinal negativo prevaleceu na bolsa paulista, com a aversão a risco global desencadeada por incertezas envolvendo um desfecho para o conflito no Oriente Médio voltando a derrubar o Ibovespa após três altas seguidas.
Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa recuou 1,45%, a 182.732,67 pontos, chegando a 182.570,44 pontos na mínima e marcando 185.423,77 pontos na máxima do dia.
O volume financeiro somava R$ 23,85 bilhões antes dos ajustes finais.
Petróleo
Os preços futuros do petróleo fecharam em alta nesta quinta-feira, recuperando-se das perdas da sessão anterior, com o enfraquecimento das esperanças de um fim rápido para a guerra no Oriente Médio.
Os contratos futuros do Brent subiram US$ 5,79, ou 5,7%, para fechar a US$ 108,01 por barril nesta quinta-feira, enquanto os contratos futuros do petróleo West Texas Intermediate dos Estados Unidos subiram US$ 4,16, ou 4,6%, para fechar a US$ 94,48 por barril. O volume de negociação do contrato Brent do primeiro mês foi o mais baixo desde 27 de fevereiro, um dia antes de Estados Unidos e Israel iniciarem ataques contra o Irã.
