30/09/2026 - 10:09
O dólar à vista opera em baixa ante o real nesta quarta-feira, 30, impulsionado pela atenção dos investidores a uma série de indicadores econômicos dos Estados Unidos, como a abertura de vagas no setor privado, o Produto Interno Bruto (PIB) final do segundo trimestre e o índice de preços de gastos com consumo pessoal (PCE) de agosto. A moeda norte-americana, que já registrou seu menor valor em um mês, reage também à divulgação de dados da dívida bruta do Brasil.
O que aconteceu
- O dólar opera em baixa ante o real, com foco em indicadores econômicos dos Estados Unidos que influenciam as expectativas de mercado.
- Relatórios de emprego e inflação dos EUA, como o núcleo do PCE, são cruciais para as projeções sobre a política monetária do Federal Reserve.
- A dívida bruta do Brasil registrou alta em agosto, atingindo 82,9% do PIB, após o setor público consolidado apresentar um déficit primário.
Às 9h06, o dólar à vista recuava 0,17%, sendo negociado a R$ 5,208 na venda. O dólar futuro para outubro, o mais negociado no mercado brasileiro, subia 0,06% na B3, atingindo R$ 5,204.
Dólar comercial
- Compra: R$ 5,207
- Venda: R$ 5,208
Quais os fatores que influenciam a cotação do dólar?
O indicador de inflação preferido do Fed, o núcleo do PCE dos EUA, será divulgado ainda nesta quarta-feira, embora o mercado esteja mais focado no relatório de empregos dos EUA de sexta-feira. Um resultado positivo neste último poderá reforçar as expectativas de aumento das taxas de juros nos Estados Unidos.
Dívida bruta do Brasil e seu impacto fiscal
No cenário doméstico, a dívida bruta do Brasil registrou alta em agosto. O setor público consolidado brasileiro apresentou um déficit primário menor do que o esperado, de acordo com dados divulgados nesta quarta-feira pelo Banco Central.
A dívida pública bruta do país como proporção do Produto Interno Bruto (PIB) fechou agosto em 82,9%, contra 82,6% no mês anterior. Já a dívida líquida do setor público foi a 69,3%, de 69,1%.
Da IstoÉ com Reuters
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