08/09/2026 - 16:24
Autoridades de segurança cibernética e da aplicação da lei dos Estados Unidos acusaram, nesta terça-feira (8), empresas chinesas de inteligência artificial (IA) de praticar “atividades agressivas de destilação em escala industrial”. A denúncia, feita em um comunicado conjunto de três agências de segurança americanas em Washington, aponta que a China estaria utilizando modelos de IA desenvolvidos nos EUA para treinar suas próprias versões menores, visando reduzir custos.
O que aconteceu
- Os EUA acusam a China de utilizar modelos americanos de inteligência artificial para treinar suas próprias versões, em uma prática conhecida como “destilação”.
- Autoridades de segurança cibernética americanas denunciam as ações chinesas como “atividades agressivas de destilação em escala industrial”.
- A técnica de destilação permite treinar modelos menores de IA com base em resultados de modelos maiores e mais caros, com o objetivo de reduzir significativamente os custos de desenvolvimento.
A destilação, segundo a explicação técnica das agências americanas, é o processo de treinar modelos menores de inteligência artificial utilizando os resultados obtidos por modelos maiores e mais caros. Esta prática é comumente empregada como parte de um esforço para reduzir os custos de treinamento e desenvolvimento de uma nova ferramenta de IA, tornando a tecnologia mais acessível e barata de ser replicada.
Leia mais
“Golpe do Pix” afeta 90 lojas virtuais brasileiras e desvia valores
IA resolve problema de matemática do milênio, afirma OpenAI
Credencial para desempregados permite viagens gratuitas em SP; entenda
Pix: BC atualiza API e impulsiona pagamentos automatizados
Bolsa Família 2027: calendário 2026 e verba reduzida
Toyota RAV4 ganha versão híbrida PHEV de 329 cv por R$ 399.990; veja detalhes e equipamentos
