Autoridades de segurança cibernética e da aplicação da lei dos Estados Unidos acusaram, nesta terça-feira (8), empresas chinesas de inteligência artificial (IA) de praticar “atividades agressivas de destilação em escala industrial”. A denúncia, feita em um comunicado conjunto de três agências de segurança americanas em Washington, aponta que a China estaria utilizando modelos de IA desenvolvidos nos EUA para treinar suas próprias versões menores, visando reduzir custos.

O que aconteceu

  • Os EUA acusam a China de utilizar modelos americanos de inteligência artificial para treinar suas próprias versões, em uma prática conhecida como “destilação”.
  • Autoridades de segurança cibernética americanas denunciam as ações chinesas como “atividades agressivas de destilação em escala industrial”.
  • A técnica de destilação permite treinar modelos menores de IA com base em resultados de modelos maiores e mais caros, com o objetivo de reduzir significativamente os custos de desenvolvimento.

A destilação, segundo a explicação técnica das agências americanas, é o processo de treinar modelos menores de inteligência artificial utilizando os resultados obtidos por modelos maiores e mais caros. Esta prática é comumente empregada como parte de um esforço para reduzir os custos de treinamento e desenvolvimento de uma nova ferramenta de IA, tornando a tecnologia mais acessível e barata de ser replicada.

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