Os Estados Unidos autorizaram a volta à Venezuela de seus funcionários da embaixadas em Caracas, depois que, há três meses, o Departamento de Estado ordenou que os mesmos deixassem o país latino-americano, em função dos protestos contra o governo de Nicolás Maduro.

No entanto, o governo de Donald Trump reiterou que a “situação política e de segurança na Venezuela é imprevista e pode mudar rapidamente”, e que, por isso, todo o pessoal direto e seus parentes designados à embaixada têm o deslocamento restrito, com rígidos requisitos de segurança.

Entre abril e julho de 2017, as manifestações diárias para exigir a saída de Maduro, violentamente reprimidas pelas forças de ordem, deixaram 125 mortos e centenas de feridos.