O comando militar americano (Centcom) no Oriente Médio desmentiu nesta quarta-feira que um avião da coalizão tenha bombardeado uma mesquita no Iraque, depois que o Ministério da Defesa iraquiano indicou que se tratou de um ataque contra os combatentes do grupo Estado Islâmico (EI).

“Podemos confirmar que os aviões da coalizão não bombardearam a mesquita, como alegam muitos veículos de imprensa”, informou o Centcom em um comunicado.

Esta declaração foi feita depois que o ministério iraquiano da Defesa anunciou, em um comunicado, que a coalizão internacional, liderada pelos Estados Unidos, dirigiu um ataque aéreo contra vários líderes do EI, incluindo o número dois da organização extremista sunita, Abu Alaa al Afari.

O exército americano também informou que não tinha “nenhuma informação para corroborar” que Afari havia morrido.

O comunicado do ministério iraquiano tampouco esclareceu se o segundo no comando do grupo jihadista morreu no bombardeio.

O nome de Afari começou a ser ouvido no mês passado, em informações publicadas na imprensa que diziam que o líder do EI, Abu Bakr al Baghdadi, tinha ficado ferido e que passou o comando a Afari.

No entanto, o Pentágono indicou não haver evidências de que Baghdadi estava ferido.