15/04/2026 - 17:29
O Ibovespa voltou a testar os 199 mil pontos nesta terça-feira, mas fechou em queda, em pregão de ajustes, encerrando uma série de onze altas, quando renovou suas máximas históricas e se aproximou da marca inédita de 200 mil pontos. Já o dólar à vista fechou o dia em leve baixa de 0,02%, aos R$ 4,9927
Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa recuou 0,46%, a 197.737,61 pontos, no primeiro fechamento negativo de abril. Na sessão, chegou a 199.232,46 pontos na máxima e a 196.966,16 na mínima.
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O volume financeiro somava R$35,36 bilhões antes dos ajustes finais, em dia também marcado pelo vencimento de opções sobre o Ibovespa e de contrato futuro do índice.
Na véspera, o Ibovespa ultrapassou os 199 mil pontos pela primeira vez na história no melhor momento, chegando a 199.354,81 pontos, mas não sustentou o fôlego e encerrou a 198.657,33 pontos. Ainda assim, renovou recorde de fechamento e confirmou uma sequência de onze altas, período em que acumulou um ganho de mais de 9%.
Dólar
O dólar fechou a quarta-feira quase estável ante o real, após oscilar em margens bastante estreitas durante a sessão, enquanto no exterior a moeda norte-americana exibia sinais mistos ante as demais divisas, sem que surgissem novidades de impacto sobre a guerra no Oriente Médio.
Em meio às movimentações de Estados Unidos e Irã para a retomada das negociações de paz, o dólar à vista fechou o dia em leve baixa de 0,02%, aos R$4,9927. Foi a sexta sessão consecutiva em que a moeda norte-americana fechou com sinal negativo, ainda que com variação mínima.
No ano, a divisa passou a acumular baixa de 9,04% ante o real.
Às 17h05, o dólar futuro para maio — atualmente o mais líquido no mercado brasileiro — subia 0,11% na B3, aos R$5,0070.
“No mercado global, a divisa acompanhou o comportamento lateral do DXY, com o mercado em compasso de espera por sinais mais claros sobre as negociações entre EUA e Irã, enquanto o petróleo oscilou, mas se manteve abaixo de US$ 100, reduzindo pressões adicionais”, apontou Bruno Shahini, especialista em investimentos da Nomad.
