Os investimentos da Usiminas totalizaram R$ 37,3 milhões no terceiro trimestre, montante 76% menor que o registrado no mesmo intervalo do ano passado, de R$ 156 milhões. Em relação ao segundo trimestre, quando foram registrados R$ 50 milhões, a queda foi de 25,9%.

A Usiminas explica, em relatório que acompanha suas demonstrações financeiras, que os investimentos foram reduzidos ao nível operacional para preservar as operações de acordo com a atual demanda. Os principais investimentos realizados foram em manutenção, sendo 66% na Unidade de Siderurgia, 28% na Unidade de Mineração, 4% na Unidade de Transformação do Aço e 2% na Unidade de Bens de Capital.

Os investimentos de manutenção em mineração da Usiminas alcançaram R$ 10,3 milhões no terceiro trimestre, contra R$ 5,9 milhões nos três meses anteriores. Já a unidade de siderurgia consumiu R$ 24,6 milhões em investimentos para manutenção entre julho e setembro contra R$ 41,8 milhões nos três meses anteriores. Neste caso, a Usiminas também reforça que os investimentos foram reduzidos a um “nível operacional para preservar as operações da companhia de acordo com a atual demanda”.

CPV

O custo do produto vendido (CPV) da Usiminas no terceiro trimestre do ano somou R$ 1,999 bilhão, queda de 21,11% em relação ao observado no mesmo intervalo do ano passado. Em relação ao segundo trimestre do ano caiu 1%.

Em mineração o CPV foi de R$ 62,6 milhões, contra R$ 80,3 milhões no segundo trimestre do ano. Já o CPV por tonelada foi de foi de R$ 78,9 no de julho a setembro, contra R$ 101,7 no segundo trimestre, “uma redução de 22,4%, principalmente devido aos menores custos com frete marítimo, em função de não ter havido exportação no 3T16, e ao menor ajuste de estoques no período”.

Já em siderurgia, o CPV foi de R$ 62,6 milhões, contra R$ 80,3 milhões no trimestre imediatamente anterior. O CPV por tonelada foi de R$ 78,9 no terceiro trimestre, contra R$ 101,7 no segundo trimestre, uma redução de 22,4%, “principalmente devido aos menores custos com frete marítimo, em função de não ter havido exportação no terceiro trimestre, e ao menor ajuste de estoques no período”.