03/02/2015 - 7:52
O Itaú Unibanco prevê que a sua carteira de crédito total cresça no mínimo 6,0% e no máximo 9,0% neste ano. A projeção é mais tímida do que a de 2014, de aumento de 10% a 13%. No último trimestre, porém, o banco havia revisado para baixo a sua expectativa e sinalizou que os empréstimos cresceriam em torno dos 8% no exercício passado.
Quanto à projeção para despesas de provisões para créditos de liquidação duvidosa líquidas de recuperação de créditos, o banco espera que esses gastos somem de R$ 13 bilhões e R$ 15 bilhões, mesmo intervalo divulgado para 2014.
Já as receitas de serviços, incluindo os ganhos com operações de seguros, previdência e capitalização menos as despesas com sinistros e os gastos de comercialização de seguros, previdência e capitalização devem avançar de 9,0% a 11,0%. O intervalo é mais conservador que o traçado para 2014, de aumento de 12% a 14%.
O Itaú Unibanco espera que as despesas não decorrentes de juros tenham crescimento de no mínimo 6,5% e no máximo 8,5% em 2015. No ano passado, o banco tinha uma projeção mais tímida, de elevação de 10,5% a 12,5%.
A instituição também divulgou guidance (meta) para a margem financeira gerencial que deve crescer de 10,0% a 14,0% neste ano. Em 2014, o banco não fez tal projeção. A expectativa entrou no lugar da previsão para o índice de eficiência do banco que não tem uma meta para este ano.
O Itaú explica, em relatório que acompanha suas demonstrações financeiras, que, embora os planos de crescimento e projeções de resultados sejam baseados em premissas da administração e em informações disponíveis no mercado até o momento, tais expectativas envolvem imprecisões e riscos difíceis de serem previstos. É possível, com isso, conforme o banco, que ocorram resultados ou consequências que diferem das metas anunciadas.