Efeito estatístico do Banco Central distorce o teto legal sobre a dívida.

A taxa média cobrada no rotativo do cartão de crédito cedeu para 436,2% ao ano em julho. O recuo consolida um cenário onde a métrica oficial diverge da alavancagem real permitida no mercado.

O teto legal em vigor desde 2024 determina que os encargos da modalidade não podem ultrapassar 100% do principal da dívida. A metodologia da autoridade monetária para a série histórica, projeta o custo mensal das instituições financeiras para uma janela de doze meses. O formato sugere na teoria um descumprimento da regra. Na operação real de crédito o cliente costuma permanecer no limite por frações de tempo muito menores.

O juro total do cartão de crédito recuou para 91,6%, englobando o volume financeiro do rotativo e do parcelado.

O Banco Central optou por não alterar a atual metodologia de cálculo. O órgão utiliza essa extrapolação técnica das taxas como referência direta para medir a velocidade de repasse de juros no sistema como um todo.

 

 

Leia mais

Ritmo de crescimento da população cai a 0,37%, segundo IBGE

Dívida pública Americana atinge US$ 40 trilhões e chega a 123% do PIB

Trump anuncia controle dos EUA sobre 21% das reservas de petróleo venezuelanas

Ex-assessor de Trump paga US$ 172 mil em acordo por insider trading

Desenrola termina segunda com 5,03 mi de acordos e desconto de 80%

Bessent justifica intervenção no iene em carta e alerta para liquidações

OpenAI interrompe fornecimento de modelos à Cursor após compra da SpaceX

Ações de farmacêuticas contra calvície sobem até 500% e atraem Wall Street

Toyota RAV4 ganha versão híbrida PHEV de 329 cv por R$ 399.990; veja detalhes e equipamentos