O dólar em queda se contrapôs à pressão de alta do rendimento dos Treasuries e os juros futuros encerraram entre a estabilidade e leve alta, mas perto dos ajustes anteriores, na BM&FBovespa, em meio à expectativa com a divulgação da ata do Comitê de Política Monetária (Copom), na quinta-feira, 7, e o desenrolar das votações das medidas provisórias do ajuste fiscal no Congresso.

Ao término da sessão regular na BM&FBovespa, o DI janeiro de 2016 estava em 13,70%, de 13,68% no ajuste de terça-feira, 5; o DI janeiro de 2017, em 13,50%, de 13,51% ontem; e o DI janeiro de 2021, em 12,91%, de 12,87% no ajuste de ontem. O dólar à vista fechou em baixa de 0,94%, para R$ 3,044, no balcão. A moeda esticou o movimento de queda ante o real iniciado ontem, ainda na esteira da tendência verificada no exterior.

A oscilação das taxas domésticas foi limitada ainda pela espera da ata do Copom amanhã e pela movimentação em Brasília para a votação da MP 665, que restringe o acesso ao seguro-desemprego, que havia sido adiada ontem e deve ser votada nesta quarta-feira.