A megaoperação batizada Operação Poço de Lobato – o primeiro poço de petróleo descoberto no Brasil em 1939 ficava no bairro de Lobato, em Salvador (BA) –, deflagrada nesta quinta-feira, 27, desarticulou um esquema bilionário de sonegação fiscal e lavagem de dinheiro operado pelo grupo Refit, conglomerado responsável pela antiga refinaria de Manguinhos comandado pelo empresário e advogado Ricardo Magro. Por meio de uma complexa engenharia financeira, o grupo alvo das investigações usou laranjas e estruturas societárias financeiras, inclusive nos Estados Unidos, para esconder beneficiários e patrimônio. Só em 2024, a estrutura movimentou R$ 70 bilhões. Outra cifra destacada pelos investigadores é a conta de débitos tributários que, segundo a Receita Federal, soma R$ 26 bilhões e torna o Refit o maior devedor de impostos do Brasil.

A força-tarefa que uniu a Receita Federal e Ministério Público e governo paulistas cumpriu 126 mandados de busca e apreensão em São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Distrito Federal e Bahia. O esquema envolvia a atuação dos suspeitos em todos os níveis da cadeia de combustíveis — da importação e refino de petróleo à venda de combustíveis ao consumidor final. Os investigadores informaram que a organização mantém vínculos com empresas e pessoas investigadas na operação Carbono Oculto, que relacionou a Faria Lima ao Primeiro Comando da Capital (PCC).

A megaoperação batizada Operação Poço de Lobato – o primeiro poço de petróleo descoberto no Brasil em 1939 ficava no bairro de Lobato, em Salvador (BA) –, deflagrada nesta quinta-feira, 27, desarticulou um esquema bilionário de sonegação fiscal e lavagem de dinheiro operado pelo grupo Refit, conglomerado responsável pela antiga refinaria de Manguinhos comandado pelo empresário e advogado Ricardo Magro. Por meio de uma complexa engenharia financeira, o grupo alvo das investigações usou laranjas e estruturas societárias financeiras, inclusive nos Estados Unidos, para esconder beneficiários e patrimônio. Só em 2024, a estrutura movimentou R$ 70 bilhões. Outra cifra destacada pelos investigadores é a conta de débitos tributários que, segundo a Receita Federal, soma R$ 26 bilhões e torna o Refit o maior devedor de impostos do Brasil.

Após o fechamento da edição, a companhia enviou uma nota à IstoÉ. Nela, diz que os os débitos tributários apontados pela Secretaria da Fazenda de São Paulo, que serviu como base para a operação Poço de Lobato, estão sendo questionados pela companhia judicialmente, “como fazem inúmeras empresas brasileiras que divergem de uma cobrança tributária”. “Trata-se, portanto, de uma disputa jurídica legítima e não de qualquer tentativa de ocultar receitas ou fraudar o recolhimento de tributos”, segue a empresa.

Esta edição traz ainda porque a farmacêutica norte-americana Eli Lilly alcançou R$ 1 trilhão em valor de mercado – e se tornou o primeiro laboratório a entrar no seleto grupo de empresas trilionárias formado pelas big techs. As apostas da alemã Basf em melhoramento genético de frutas e legumes traz alimentos com características que agradam mais aos consumidores e os próximos passos de países após o encerramento da Conferência do Clima em Belém, COP30.

Confira a edição desta semana