26/02/2026 - 6:00
Será conhecido hoje o consórcio de empresas que irá construir e administrar por 30 anos o novo centro administrativo do Governo de São Paulo. A partir das 10h, na sede da B3, serão abertos os envelopes com as propostas dos dois consórcios formados para disputar o projeto, que prevê um investimento de aproximadamente R$ 6 bilhões.
Dois grupos estão no páreo. O primeiro é liderado pela Construcap, em parceria com o grupo espanhol Acciona, que já é responsável pela obra da linha 6-laranja do Metrô. O segundo conta com cinco empresas. Liderado pela Zetta infraestrutura, tem ainda a M4 Investimentos, Engemat, RZK Empreendimentos e Iron Property.
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O vencedor irá construir sete edifícios e dez torres na região central da capital paulista. O novo centro administrativo do governo de São Paulo reunirá em um único complexo desde o gabinete do governador, as secretarias estaduais e demais órgãos da gestão.
Após a construção, o contrato de concessão prevê ainda a administração e zeladoria, por 30 anos, da área de 60 mil metros quadrados, que receberá cerca de 22 mil servidores.
O plano da gestão Tarcísio de Freitas é revitalizar o centro de São Paulo. Durante anos, a região passou por um processo de degradação, com roubos recorrentes e venda e consumo de drogas na área que ficou conhecida como “cracolândia”. A situação se agravou ainda mais durante a pandemia, quando dezenas lojas fecharam as portas.
Além da construção da nova sede do governo, o projeto prevê a restauração de 17 imóveis tombados e a ampliação em pelo menos 40% das áreas verdes do Parque Princesa Isabel. Da área total, 25 mil metros quadrados serão destinados para áreas de comércio e serviços e a construção de um novo terminal de ônibus, interligado à estação da Luz do Metrô e CPTM.
