O líder do governo na Comissão Mista do Orçamento (CMO), deputado  Paulo Pimenta (PT-RS), anunciou nesta segunda-feira, 14, que vai  apresentar na

O líder do governo na Comissão Mista do Orçamento (CMO), deputado  Paulo Pimenta (PT-RS), anunciou nesta segunda-feira, 14, que vai  apresentar na terça-feira, 15, uma emenda à Lei de Diretrizes  Orçamentárias (LDO) de 2016 reduzindo a meta de superávit fiscal para o  ano que vem. A proposta deve reduzir a meta atual de 0,7% do Produto  Interno Bruto (PIB) do setor público consolidado para algo em torno de  0,5% do PIB.

Na prática, haveria um abandono da meta de  economia para pagar o serviço da dívida, passando de R$ 43,8 bilhões  para algo próximo a R$ 30 bilhões. Com essa redução, Pimenta quer  garantir que não haja o corte de R$ 10 bilhões no Bolsa Família,  proposto pelo relator do Orçamento de 2016, deputado Ricardo Barros  (PP-PR). Além disso, o deputado quer o retorno da regra que permite  abatimento de investimentos do Programa de Aceleração do Crescimento  (PAC) do cálculo para o cumprimento da meta fiscal.

A regra  de dedução do PAC da meta fiscal, comum na primeira gestão da  presidente Dilma Rousseff, foi abolida com a chegada de Joaquim Levy ao  Ministério da Fazenda e já foi negada neste ano pela CMO, quando foi  analisada a LDO do ano que vem. A volta do abatimento do PAC, na  verdade, reduz o real esforço fiscal, já que o gasto com esse tipo de  investimento ficaria livre de restrições orçamentárias.

Na  avaliação de Pimenta, a redução da meta não daria uma sinalização  negativa ao mercado. “O Brasil não foi rebaixado porque não fez  superávit, o Brasil foi rebaixado, fundamentalmente, em função do baixo  crescimento”, justificou. “Defendemos o equilíbrio fiscal, mas não  podemos ter uma meta inexequível”, destacou. Segundo ele, a ideia tem o  aval de setores da base do governo e da própria oposição.

O  deputado informou que o texto ainda não está fechado e será apresentado  só amanhã, dia em que está prevista a votação pelo Congresso da LDO de  2016.

O líder do governo na Comissão Mista do Orçamento (CMO), deputado  Paulo Pimenta (PT-RS), anunciou nesta segunda-feira, 14, que vai  apresentar na terça-feira, 15, uma emenda à Lei de Diretrizes  Orçamentárias (LDO) de 2016 reduzindo a meta de superávit fiscal para o  ano que vem. A proposta deve reduzir a meta atual de 0,7% do Produto  Interno Bruto (PIB) do setor público consolidado para algo em torno de  0,5% do PIB.

Na prática, haveria um abandono da meta de  economia para pagar o serviço da dívida, passando de R$ 43,8 bilhões  para algo próximo a R$ 30 bilhões. Com essa redução, Pimenta quer  garantir que não haja o corte de R$ 10 bilhões no Bolsa Família,  proposto pelo relator do Orçamento de 2016, deputado Ricardo Barros  (PP-PR). Além disso, o deputado quer o retorno da regra que permite  abatimento de investimentos do Programa de Aceleração do Crescimento  (PAC) do cálculo para o cumprimento da meta fiscal.

A regra  de dedução do PAC da meta fiscal, comum na primeira gestão da  presidente Dilma Rousseff, foi abolida com a chegada de Joaquim Levy ao  Ministério da Fazenda e já foi negada neste ano pela CMO, quando foi  analisada a LDO do ano que vem. A volta do abatimento do PAC, na  verdade, reduz o real esforço fiscal, já que o gasto com esse tipo de  investimento ficaria livre de restrições orçamentárias.

Na  avaliação de Pimenta, a redução da meta não daria uma sinalização  negativa ao mercado. “O Brasil não foi rebaixado porque não fez  superávit, o Brasil foi rebaixado, fundamentalmente, em função do baixo  crescimento”, justificou. “Defendemos o equilíbrio fiscal, mas não  podemos ter uma meta inexequível”, destacou. Segundo ele, a ideia tem o  aval de setores da base do governo e da própria oposição.

O  deputado informou que o texto ainda não está fechado e será apresentado  só amanhã, dia em que está prevista a votação pelo Congresso da LDO de  2016.

terça-feira, 15, uma emenda à Lei de Diretrizes  Orçamentárias (LDO) de 2016 reduzindo a meta de superávit fiscal para o  ano que vem. A proposta deve reduzir a meta atual de 0,7% do Produto  Interno Bruto (PIB) do setor público consolidado para algo em torno de  0,5% do PIB.

Na prática, haveria um abandono da meta de  economia para pagar o serviço da dívida, passando de R$ 43,8 bilhões  para algo próximo a R$ 30 bilhões. Com essa redução, Pimenta quer  garantir que não haja o corte de R$ 10 bilhões no Bolsa Família,  proposto pelo relator do Orçamento de 2016, deputado Ricardo Barros  (PP-PR). Além disso, o deputado quer o retorno da regra que permite  abatimento de investimentos do Programa de Aceleração do Crescimento  (PAC) do cálculo para o cumprimento da meta fiscal.

A regra  de dedução do PAC da meta fiscal, comum na primeira gestão da  presidente Dilma Rousseff, foi abolida com a chegada de Joaquim Levy ao  Ministério da Fazenda e já foi negada neste ano pela CMO, quando foi  analisada a LDO do ano que vem. A volta do abatimento do PAC, na  verdade, reduz o real esforço fiscal, já que o gasto com esse tipo de  investimento ficaria livre de restrições orçamentárias.

Na  avaliação de Pimenta, a redução da meta não daria uma sinalização  negativa ao mercado. “O Brasil não foi rebaixado porque não fez  superávit, o Brasil foi rebaixado, fundamentalmente, em função do baixo  crescimento”, justificou. “Defendemos o equilíbrio fiscal, mas não  podemos ter uma meta inexequível”, destacou. Segundo ele, a ideia tem o  aval de setores da base do governo e da própria oposição.

O  deputado informou que o texto ainda não está fechado e será apresentado  só amanhã, dia em que está prevista a votação pelo Congresso da LDO de  2016.