Em Nova York, durante discurso na Assembleia Geral das Nações Unidas, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que o Brasil resistirá às pressões de empresas multinacionais pela privatização do Pix. Em entrevista na véspera, concedida à CNN Internacional na mesma cidade, Lula também abordou as negociações de tarifas comerciais com os Estados Unidos, indicando a possibilidade de reciprocidade caso as conversas falhem.

O que aconteceu

  • Lula reitera resistência à privatização do Pix em discurso na Assembleia Geral da ONU.
  • O meio de pagamento Pix foi usado pelo governo Donald Trump como argumento para impor tarifas a produtos brasileiros.
  • O presidente brasileiro condiciona a aplicação de medidas de reciprocidade contra os EUA ao resultado das negociações tarifárias.

O Pix, meio de pagamento instantâneo criado pelo Banco Central, foi um dos argumentos apontados pelo governo do então presidente dos EUA, Donald Trump, para justificar a imposição de tarifas comerciais a produtos brasileiros. Lula, por sua vez, reforçou o compromisso com a manutenção do Pix como ferramenta pública.

Como o Brasil reagirá às tarifas comerciais?

Na entrevista à CNN Internacional, o presidente Lula explicou que o Brasil não aplicará imediatamente a lei da reciprocidade contra os EUA, pois as negociações sobre as tarifas com as autoridades norte-americanas ainda estão em curso. No entanto, ele enfatizou que, se as conversas se mostrarem infrutíferas, o Brasil não hesitará em adotar medidas recíprocas.

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