Um tribunal da Costa Rica marcou para o dia 29 de abril o início do julgamento dos responsáveis por tiros disparados contra um fotógrafo da AFP durante o casamento da modelo brasileira Gisele Bündchen com o astro de futebol americano Tom Brady, há dois anos.

Segundo resolução divulgada nesta terça-feira, três pessoas são acusadas de “tentativa de homicídio”, entre elas um colombiano, guarda-costas do casal.

Os disparos contra o fotógrafo da AFP Yuri Cortez e um colega da imprensa local, Carlos Avilés, aconteceram no dia 4 de abril de 2009.

Os acusados são Miguel Solís Méndez, Manuel Valverde Vargas e o colombiano Alexander Rivas Barahona, que fizeram parte da equipe de segurança no casamento da top model, segundo a polícia de Investigação Judicial (OIJ).

O caso foi registrado perto da casa de Gisele na cidade litorânea de Santa Teresa de Cóbano.

Depois de detê-los em via pública, os guardas privados obrigaram os dois repórteres a seguir até as imediações da casa de Bündchen.

Depois de uma discussão para que entregassem suas máquinas fotográficas, um dos guarda-costas disparou contra o veículo de Cortez e Avilés, quando eles deixavam o local.

A bala estilhaçou o vidro traseiro do veículo e ricocheteou no para-brisa, na altura da cabeça de Cortez, que milagrosamente saiu ileso.

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