Há uma série de gestoras com imóveis em situação irregular que estudam comprar CEPACs para resolver pendências na Faria Lima, apurou o Metro Quadrado. Segundo fontes a par do tema, pelo menos 15 edifícios na região do Itaim Bibi apresentam alguma irregularidade no potencial de construção que poderia ser sanada com o uso de CEPACs.

“É algo comum na Faria Lima. Tem prédio em que o CEO chega de helicóptero e o heliponto é irregular. Agora podem resolver,” disse uma fonte. O principal obstáculo, no entanto, é o preço: para que a conta feche, o valor por certificado não pode ultrapassar R$ 40 mil, estimam fontes.

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leilão está marcado para 19 de agosto, quando a Prefeitura vai ofertar 164 mil CEPACs – cerca de 75% do estoque remanescente de 218,5 mil títulos, a um lance inicial de R$ 17,6 mil. Uma segunda remessa ainda não tem data definida. Como este é o último lote da operação iniciada nos anos 2000, há o risco de faltar título para quem busca apenas regularizar empreendimentos já em operação.

Com a disputa acirrada no radar, alguns players já avaliam recorrer ao mercado secundário, onde as primeiras negociações começam a surgir. “Esse leilão vai ser uma carnificina. Todo mundo quer garantir seu quinhão – seja para regularizar, seja para construir, seja para especular e vender depois,” disse um executivo.

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