A cidade de Nova York projeta se tornar um grande centro de segurança virtual nos Estados Unidos. Parte deste plano foi anunciado pela Corporação de Desenvolvimento Econômico de Nova York com o investimento de US$ 100 milhões (R$ 395 milhões).

Segundo o site Fast Company, cerca de US$ 30 milhões será do fundo municipal e o restante da iniciativa privada. A expectativa é gerar até 10 mil empregos qualificados com a implementação do plano.

“A segurança virtual nunca foi tão importante para os pilares da economia de Nova York – setores como finanças, saúde, mídia e tecnologia –, (quanto agora) e só será cada vez mais crucial” disse o presidente do Manhattan Borough, Gale A. Brewer, em comunicado.

“Você só precisa abrir o jornal para ver quão vasta é a necessidade de segurança cibernética hoje. Investir nesta indústria é oportuna, joga com os pontos fortes de Nova York e proporcionará um retorno real”.

Confira as diretrizes do plano

Abrir um centro de segurança cibernética em Chelsea com a empresa de inovação Sosa. O centro irá hospedar eventos, um espaço de coworking e um “cyber-range” para simulações de segurança.

Lançar um centro internacional de investimentos em segurança cibernética no Soho, em conjunto com a empresa de capital de risco Jerusalem Venture Partners, apoiando startups de segurança cibernética na cidade.

Adicionar programas de treinamento em segurança cibernética às faculdades da cidade, incluindo programas de aprendizado online e um programa de mestrado afiliado ao Facebook de um ano na City University of New York. Outro programa ofereceria um curso preparatório de seis semanas no LaGuardia Community College, seguido por um treinamento desenvolvido pela escola de codificação  Fullstack Academy,  que visa a colocar mil estudantes em trabalhos virtuais, pagando uma média de US$ 65 mil nos primeiros três anos.

Parceria com a Columbia University para apoiar a comercialização de pesquisas acadêmicas no campo.