O presidente americano, Barack Obama, pediu aos países ocidentais e aos líderes muçulmanos, nesta quarta-feira, que se unam para derrotar as “falsas promessas do extremismo”, e os convocou a rejeitar, em conjunto, a premissa de que grupos jihadistas representam o Islã.

“Os terroristas não falam por um bilhão de muçulmanos”, afirmou Obama, em uma conferência dedicada à luta contra a violência extremista, acrescentando que não se deve aceitar que existe um “choque de civilizações”.

“Não estamos em guerra com o Islã”, disse o presidente, no segundo dia dessa cúpula que contou com representantes de mais de 60 países.

Dirigentes de organizações como o Estado Islâmico “não são líderes religiosos, são terroristas”, frisou Obama.