A OGpar, ex-OGX, anunciou na noite da sexta-feira 14, juntamente com seu plano de recuperação judicial, entregue à 4ª Vara Empresarial do Rio de Janeiro, a devolução à Agência Nacional do Petróleo (ANP) dos complexos de Itacoatiara, Viedma, Tulum e Vesúvio, localizados na Bacia de Campos, e os complexos de Natal e Belém, localizados na Bacia de Santos, além dos campos de Tubarão Tigre, Tubarão Areia e Tubarão Gato.

 

A decisão de devolver os ativos, segundo a empresa, não afeta seu plano de negócios, já que “não foram encontradas soluções viáveis de exploração nos campos em questão”. De acordo com o plano de recuperação, os US$ 5,8 bilhões em dívidas da OGX serão convertidos em ações da companhia, equivalentes a 25% do seu capital, após a reestruturação. A fatia já considera a diluição dos acionistas, após o cumprimento de outras etapas da recuperação.

 

O valor é composto por US$ 3,8 bilhões em bonds, US$ 500 milhões de dívidas com fornecedores, e US$ 1,5 bilhão de dívidas com a OSX, estaleiro também criado por Eike Batista e que seria responsável pela construção e manutenção das plataformas de petróleo da OGX.

 

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