Os ataques dos jihadistas do grupo Estado Islâmico (EI) contra a minoria yazidi no Iraque poderiam constituir um genocídio, afirma um relatório da ONU.

O documento relata as atrocidades cometidas pelo EI no Iraque – assassinatos, torturas, estupros – e conclui que o grupo jihadista pode “ter cometido os três crimes internacionais mais graves: crimes de guerra, crimes contra a humanidade e genocídio”, afirma um comunicado do Escritório da ONU para os Direitos Humanos.