As eleições de 7 de novembro em Mianmar, “totalmente injustas”, vão prolongar a ditadura militar, denunciou nesta terça-feira a Liga Nacional para a Democracia (LND), o partido da dissidente Aung San Suu Kyi, vencedora do Nobel da Paz em 1991.

“Esta eleição será organizada para prolongar a ditadura militar e para confirmar a Constituição de 2008”, afirma em um comunicado o partido, dissolvido pelas autoridades por ter decidido boicotar o processo eleitoral, o primeiro em Mianmar em 20 anos.

A LND venceu as eleições de 1990, mas a junta militar que governa o país não permitiu que o partido assumisse o poder.

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