O Produto Interno Bruto (PIB) de Chile se expandiu a 2,1% em 2015, levemente acima das projeções oficiais, devido a um aumento da demanda interna e de todas as atividades, salvo a mineração, pesca, restaurantes e hotéis, informou nesta sexta-feira o Banco Central.

“Durante o ano de 2015, o Produto Interno Bruto (PIB) cresceu 2,1% em relação ao anterior. Da perspectiva de origem, todas as atividades registraram variações positivas, salvo em mineração, pesca, restaurantes e hotéis”, disse o BC.

A cifra anual foi concluída depois de ter sido registrado no quarto trimestre de 2015 uma expansão de 1,3%, a mais baixa do ano após a variação de 2,7% registrada no primeiro trimestre, de 2,1% do segundo e de 2,2% no terceiro, de acordo com o BC.

O governo havia previsto para este ano uma expansão de 2% da economia local, afetada pela queda do preço do cobre, do qual o Chile é o principal produtor mundial com cerca de um terço da oferta global.

O preço do metal é cotado no nível mais baixo dos últimos seis anos, devido à desaceleração da demanda na China, seu principal comprador mundial.

A queda do preço do metal também teve impacto no comércio exterior chileno: as exportações fecharam 2015 com uma queda de 1,9%, enquanto as importações caíram 2,8%.

A cifra de 2015 se compara favoravelmente com a expansão de 1,9% registrada em 2014, a mais baixa em seis anos.