O preço do aluguel subiu 8,63% no acumulado de 12 meses no índice FipeZap, o dobro do IPCA do IBGE para o período, que foi de 4,14%. No mês de março o aumento foi de 0,84%, contra 0,88% da inflação para o mês.

As capitais que registraram maiores altas na comparação com março de 2025 foram: Cuiabá (MT)(+16,67%); Teresina (PI) (+16,51%); Aracaju (SE) (+16,48%); Vitória (ES) (+15,06%) e Belém (PA) (+13,97%). Nos três primeiros meses de 2026 a alta foi de 2,45%.

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Com base em dados de anúncios de apartamentos prontos nas 36 cidades monitoradas pelo índice, o preço médio do aluguel foi de R$ 52,34/m² em março de 2026. Os maiores valores foram observados entre imóveis com um dormitório (R$ 69,93/m²) e os menores, entre unidades com três dormitórios (R$ 44,85/m²).

Comparando-se os resultados nas 22 capitais, São Paulo (SP) apresentou o preço médio mais elevado (R$ 63,63/m²), sendo seguida por Belém (R$ 63,55/m²); Recife (R$ 63,19/m²); Florianópolis (R$ 60,86/m²) e Rio de Janeiro (R$ 57,61/m²).

Com base em dados de março de 2026, o retorno médio do aluguel residencial foi avaliado em 6,05% ao ano, taxa que se manteve em patamar inferior à rentabilidade média projetada para aplicações financeiras de referência nos próximos 12 meses

Confira ranking das cidades com as maiores altas em 12 meses

  1. Niterói (RJ): +19,17%
  2. Cuiabá (MT): +16,67%
  3. Teresina (PI): +16,51%
  4. Aracaju (SE): +16,48%
  5. Vitória (ES): +15,06%
  6. Campinas (SP): +14,23%
  7. Pelotas (RS): +14,11%
  8. Belém (PA): +13,97%
  9. São José do Rio Preto (SP): +13,38%
  10. João Pessoa (PB): +12,24%
  11. Brasília (DF): +11,31%
  12. Ribeirão Preto (SP): +11,12%
  13. Rio de Janeiro (RJ): +11,03%
  14. Recife (PE): +10,97%
  15. Santos (SP): +10,39%
  16. Maceió (AL): +10,17%
  17. Fortaleza (CE): +10,16%
  18. Natal (RN): +10,10%
  19. Porto Alegre (RS): +9,78%
  20. Barueri (SP): +9,78%