O promotor pediu nesta quinta-feira a pena máxima, entre 15 e 25 anos de prisão, para os 20 réus no julgamento contra os jornalistas da Al-Jazeera acusados de apoiar a Irmandade Muçulmana no Egito.

Onze acusados são julgados à revelia.

Dezesseis egípcios são acusados de pertencer a uma organização terrorista, a Irmandade Muçulmana do presidente Mohamed Mursi, derrubado pelo exército, e quatro estrangeiros de difusão de notícias falsas.

Entre estes, se encontram o australiano Peter Greste e o egípcio-canadense Mohamed Fadel Fahmy, detidos junto com outros jornalistas da Al-Jazeera há 5 meses.

Outros jornalistas estrangeiros acusados, que trabalham em tempo parcial para a rede de notícias do Catar, fugiram do Egito depois das primeiras prisões.

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