12/10/2015 - 14:47
O rei Salman da Arábia Saudita rejeitou nesta segunda-feira qualquer questionamento à organização por parte de seu país da peregrinação anual dos muçulmanos a Meca, após o mortífero tumulto registrado no dia 24 de setembro.
“As declarações irresponsáveis destinadas a detonar politicamente este acidente e dividir o mundo muçulmano não terão efeitos sobre o papel, o dever e a enorme responsabilidade do reino saudita de servir aos peregrinos”, declarou o rei Salman, que presidia seu Conselho de Ministros em Riad, segundo a agência oficial SPA.
Segundo o balanço oficial das autoridades sauditas, a gigantesca avalanche humana de 24 de setembro em Mina, perto de Meca, deixou 769 mortos.
No entanto, de acordo com os números fornecidos por 31 países e divulgados nesta segunda-feira, o número de mortos chegaria a 1.608, o que faria desta catástrofe a mais mortífera da história do hajj.