A situação econômica da Europa segue “muito preocupante”, já que as consequências da crise estão “longe de se esgotar”, advertiu nesta quarta-feira em Genebra o diretor-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), Dominique Strauss-Kahn.

“Atualmente, as consequências da crise estão longe de se esgotar, a situação na Europa segue muito preocupante, e o futuro é mais incerto do que nunca”, explicou Strauss-Kahn em uma intervenção pública na sede europeia da ONU.

O diretor-gerente do FMI chamou a “reconstruir tudo” o quanto antes.

Os líderes da União Europeia debateram nos últimos dias se deviam aumentar o tamanho de seu fundo de resgate para os países da Eurozona em apuros financeiros, dotado de 440 bilhões de euros.

Portugal, que como Grécia e Irlanda, ambos resgatados pela UE e pelo FMI, tem um elevado déficit público, é assinalado nos mercados como o próximo país que pode precisar de ajuda financeira externa.

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