24/09/2013 - 0:59
Cada vez mais, as empresas vêm sendo pressionadas a assumir uma postura mais sustentável. Quer seja pela adoção de práticas e políticas em seu dia a dia ou mesmo em relação aos produtos que fabrica e os serviços que presta. Neste contexto, surge uma questão: como se manter competitivo e atrativo, do ponto de vista do mercado, quando sabemos que muitos consumidores não aceitam pagar mais por produtos sustentáveis?
De acordo com Marina Grossi, presidente-executiva do Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável (CEBDS), trata-se de um risco que vale a pena correr. ?As empresas vivem no fio da navalha?, diz ela. ?Mas uma empresa realmente moderna enxerga a sustentabilidade para além das obrigações legais.?
Ela destaca, no entanto, que a falta de um arcabouço legal e de regulamentações acabam inibindo a atuação de muitas empresas, que se vêm isoladas e temem assumir a vanguarda em determinadas áreas. ?No caso das multinacionais, é possível mitigar esse risco por meio da atuação em diversos mercados”, disse a presidente do CEBDES nesta terça-feira (24), durante o Congresso Internacional Sustentáve 2013, que acontece no Rio de Janeiro.
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