A Suprema Corte dos Estados Unidos deu razão nesta segunda-feira ao condenado à morte Hank Skinner, que reclamava a realização de testes de DNA para provar sua inocência.

Em uma decisão de seis votos contra três, a maior jurisdição americana afirma que o réu pode reclamar estes testes num tribunal federal.

Skinner foi condenado à morte por assassinar, na Noite de Ano Novo de 1993, sua companheira, espancada até a morte, e dois dos três filhos dela, que morreram esfaqueados.

Com 47 anos, passou 15 no corredor da morte. Salvou-se há um ano graças a uma prorrogação pronunciada pela Suprema Corte quarenta e cinco minutos antes da hora marcada para a execução.

lum/cn