O ano de 2013 foi marcado por uma série de mudanças no cenário econômico do setor portuário nacional. A principal delas foi a aprovação da Lei 12.815, chamada de Nova Lei dos Portos, em junho, cujo objetivo foi estimular a iniciativa privada a investir em novos portos, bem como aumentar a competitividade entre os portos brasileiros. Em meio a esse cenário de transformações e grandes expectativas, está inserido o terminal de contêineres Tecon Rio Grande. Localizado a 320 quilômetros de Porto Alegre, o terminal iniciou suas operações em março de 1997. 

 

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Hoje, gera 870 empregos diretos, 200 terceirizados e mais de três mil indiretos. Ele responde por mais de 95% da carga em contêineres que passa pelo Porto de Rio Grande ? único porto marítimo do Rio Grande do Sul e o mais meridional do Brasil. Com receita líquida de R$ 227 milhões em 2012, crescimento de 9% em relação a 2011, o Tecon Rio Grande é o vencedor do ranking setorial de AS MELHORES DO MIDDLE MARKET. O Tecon Rio Grande, que presta serviços de carga e descarga de navios de longo curso e de cabotagem, além de armazenagem de cargas de importação e exportação, foi o primeiro terminal portuário de uso público arrendado por uma empresa para operar contêineres. 

 

Administrado pelo Grupo Wilson Sons, o terminal recebeu neste ano aproximadamente US$ 10 milhões em investimentos para a compra de seis novos Rubber Tyred Gantry Cranes (RTGs), guindastes móveis utilizados para a movimentação dos contêineres no pátio. ?Esses equipamentos chegam para substituir as empilhadeiras e melhorar a otimização de espaço na área de recebimento e entrega de contêineres no terminal?, afirma o presidente do Tecon Rio Grande, Paulo Bertinetti. Em outubro deste ano, o Tecon Rio Grande registrou um recorde histórico e movimentou 41,5 mil contêineres. A marca contribuiu para a conquista da segunda posição em movimentação de contêineres no Brasil, perdendo apenas para o Tecon Santos. 

 

O aumento foi verificado em todas as operações em outubro. Em relação a setembro deste ano, o transbordo (excesso de carga) registrou um crescimento de 51%, a cabotagem, 18%, a exportação, 11%, e a importação, 7%. Tabaco, resinas e peças estiveram entre as cargas mais movimentadas, sendo que os principais destinos foram o Extremo Oriente (38%) e os Estados Unidos (31%). Já a cabotagem foi responsável por 15% de todas as operações do terminal. De acordo com Bertinetti, a expectativa é de movimentar em torno de 640 mil contêineres em 2013, uma leve alta ante os 635 mil contêineres movimentados no ano passado. 

 

A Wilson Sons, controlada pela Ocean Wilsons Holding Limited , companhia de capital aberto com ações negociadas na Bolsa de Valores de Londres há mais de um século, é um dos maiores operadores integrados de logística portuária e marítima e soluções de cadeia de suprimento no mercado brasileiro. Com sede no centro do Rio de Janeiro, a companhia conta com uma rede de atuação nacional e presta serviços para as empresas que atuam na indústria de óleo e gás, no comércio internacional e na economia doméstica.

 

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Confira todas as matérias do “AS MELHORES DO MIDDLE MARKET”:


– Os gigantes do futuro, qui e agora

– Dudalina é a melhor do Middle Market

– As 500 maiores do Middle Market

– Como foram eleitas as melhores do Middle Market

– O trivial bem-feito

– O desafio da inovação

– De carona na infraestrutura

– Coca-Cola na mesa do paraense

– Experiência contra turbulências

– A loja do povo

– O bendito agronegócio

– Na trilha do crescimento

– Mais estradas abertas

– Base sólida para crescer

– Sala de aula cheia

– O papel das embalagens

– Com toda a energia

– A fórmula de R$ 1 bilhão

– Uma questão de saúde

– Tradição e modernidade juntas

– O lixo que vale ouro

– Enfrentando a maré baixa

– O aço da economia

– Mais farinha neste macarrão

– Embalada no sucesso

– Com sorriso aberto

– Sombra e água de coco

– Química de resultados

– Lucro com água e esgoto

– A criatura supera o criador

– O expresso acelerado

– Costurando o futuro

 

 

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