A Usiminas reportou um prejuízo líquido de R$ 107 milhões no intervalo de julho a setembro deste ano, o nono resultado consecutivo no vermelho. No entanto, esse prejuízo é quase 10 vezes inferior ao de R$ 1,042 bilhão no mesmo período do ano passado e representa ainda uma queda de 13% ante o observado no segundo trimestre deste ano. Nos primeiros nove meses do ano a Usiminas acumulou um prejuízo líquido de R$ 382 milhões, recuo de 81% ante o mesmo intervalo do ano passado.

O prejuízo atribuível aos acionistas da Usiminas no segundo trimestre do ano somou R$ 114,141 milhões, menor que o de R$ 1,029 bilhão no mesmo intervalo do ano passado e de um prejuízo de R$ 129,4 milhões nos primeiros três meses do ano.

O Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) ajustado foi de R$ 307 milhões de julho a setembro, ante uma queima de caixa de R$ 65 milhões no terceiro trimestre do ano passado. Na comparação com o segundo trimestre deste ano houve melhora de 353%. No acumulado do ano até setembro o Ebitda ajustado ficou em R$ 426 milhões, queda de 21% na relação anual.

A margem Ebitda ajustada ficou em 14%, ante -3% no terceiro trimestre de 2015.  No segundo trimestre do ano a margem Ebitda foi de 3%.

Já o Ebitda de acordo com a instrução 527 da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) atingiu R$ 301 milhões, ante R$ 97 milhões negativos no mesmo intervalo do ano passado. Em relação ao segundo trimestre do ano o número é 4,5 vezes maior. De janeiro a setembro, o Ebitda nesse critério ficou em R$ 411 milhões, ante um valor negativo de R$ 498 milhões no mesmo período do ano passado.

A receita líquida da Usiminas no terceiro trimestre foi de R$ 2,265 bilhões, recuo de 6,5% em relação ao mesmo período do ano anterior. Na comparação com o segundo trimestre do ano foi registrada alta  de 12%. No acumulado do ano até setembro a receita líquida foi de R$ 6,334 bilhões, recuo de 19%.