Wall Street abriu em alta, no dia seguinte a sua pior sessão em quatro anos e depois do anúncio do banco central chinês (PBOC) de novas medidas de apoio às bolsas desse país.

O Dow Jones ganhava 0,87% e o Nasdaq 3,51%.

Wall Street fechou com uma queda superior a 3,5% na chamada segunda-feira negra em que os mercados mundiais entraram em pânico diante do enfraquecimento econômico da China.

Maior praça da América Latina, a Bolsa de São Paulo acompanhou a tendência, fechando em baixa de 3,03%.

O índice Dow Jones Industrial Average teve sua pior queda em uma única sessão desde agosto de 2011 ao perder 3,58% (588,57 pontos), a 15.871,28 unidades. Uma baixa tão acentuada não era registrada desde fevereiro de 2014.

Para o Nasdaq, o dia foi ainda pior: o índice tecnológico teve baixa de 3,82%, 179,79 pontos, a 4.526,2 unidades. O índice ampliado S&P 500 recuou 3,94%, a 1.893,21 pontos, entrou em “fase de correção”, que acontece depois de uma acumulação de perdas de 10% ou mais.

Embora esta seja a primeira vez que o Dow Jones perde mais de 200 pontos em três sessões consecutivas, segundo a rede de TV ABC, as autoridades americanas demonstraram calma.

O departamento do Tesouro disse estar atento à evolução dos acontecimentos e que está em permanente comunicação com os organismos reguladores e com os atores do mercado.

A sessão foi especialmente tensa até os últimos minutos. O índice de volatilidade VIX, conhecido como “índice do medo”, chegou, rapidamente, a alcançar o nível mais alto desde fevereiro de 2009, auge da recessão dos Estados Unidos.

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